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Nascido em Volta Redonda, em 14 de julho de 1971, Clinton Davisson Fialho é formado em jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora e tem pós-graduação em Afrocartografia – Cultura Africana e Indígena no Brasil e no mundo pela FeMASS em Macaé.
É jornalista da Secretaria de Educação do município de Macaé e atua como voluntário do projeto “Pensando o futuro de Macaé”.
Além de jornalista especializado em cultura e política, Clinton trabalhou como roteirista e cartunista.
Desde cedo se envolveu com grupos de teatro em Volta Redonda. Em 1987 participou do grupo de estudos de teatro Gacemss encenando e estudando peças como “O Ubu rei” de Alfred Jarry e diversas peças de Nelson Rodrigues, entre elas “Os 7 Gatinhos”, “Vestido de Noiva”, “Toda Nudez Será Castigada”, “Álbum de família” e “Viúva, porém honesta”.

Seu interesse por ficção científica começou muito cedo, tanto no cinema, com a série “Star Wars” que na época se chamava “Guerra nas Estrelas”, como na literatura na Biblioteca do Gacemss com toda a coleção de Julio Verne e H.G. Wells.
Em 1999, lançou o romance “Fáfia – A Copa do Mundo de 2022” gerando polêmica ao juntar ficção científica e futebol com boas doses de humor. Em 2000, inspirado nas idéias dos filósofos Antonio Gramsci, Edgar Morin e Marshall Mcluhan, escreveu a novela “Hegemonia” que ficaria com o 3º lugar no prêmio Nautilus da revista Scifi News em sua categoria.
Entretanto, o universo dos disonianos começou a ser desenvolvido quando o escritor tinha apenas cinco anos de idade. “O Herdeiro de Basten” levou sete anos para ficar pronto e trata-se do primeiro volume de um projeto que envolve duas trilogias.